Isolamento do mundo. Clássico. Assim como a fase gauche de Drummond. Pior que se isolar é fazer parte. Compactuar. Ou pior, fazer igual. O impossível é impossível. Se é que isso faz sentido. Ninguem é obrigado a nada, nem nunca foi. No fundo é só covardia.
“Everyone wants to change the world but no one wants to die. Wanna try?” - Claro que não. Languidez profunda. Sem vontade. Sem nada. Ou tudo.
Antíteses são meu forte. A falta de sentido também. Me apaixonei pelos meus próprios pecados. Obsecado por meus próprios desafios. Tentando me encontrar, me perdi ainda mais. Quase como na questão determinista. Aceitei que sou assim. Virei tudo o que sempre critiquei. O conformismo nunca foi bom. Mas não consigo enxergar outros caminhos.
Alienação compactual e consciente. A pior.
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