Tuesday, September 13, 2011

Mais uma para você

Nunca gostei de clichês ou romantismo. Nunca fui o mais sentimental, tampouco o mais sensível. Mas viu-se coisa mais clichê e sentimental do que escrever um texto sobre isso?
As situações foram sempre as erradas, os caminhos os mais errôneos. Como fui gostar tanto de você? Pergunto-me isso toda a noite.”Te amo o suficiente por enquanto.”. O que seria o suficiente? “Muita coisa”. - Respondeu. E isso mudou minha noite de tal forma que até tornar-me clichê repetitivo tornou-me.
Transformei-me, de certa forma, em tudo o que sempre achei ridiculo. E você o faz parecer bom. Patético? Talvez? Oscilações de humor. Sou como um vulcão prestes a explodir. E, pela primeira vez em tempos, não sinto medo.
Entre sorrisos e irritações você me cativou. Seu jeito singular me deixou fascinado. Dediquei meu tempo em decifrar-te. Mas sem o enigma de que, se não o fizesse, devorar-me-ia.
Pararei, por hora, de escrever. Antes que eu comece a fazer rimas e poemas. De certa forma, mudei. Mas não é para tanto.

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